Posts com Tag ‘Porto Alegre’

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Dificuldades para sair do ‘quadrado’

07/01/2010

No difícil trabalho de deixar um texto mais leve e mais relacionado com o tema que preciso escrever encontro a dificuldade de despertar a escritora em mim. Aqui já publicado algumas dicas de como fazer algo diferente do estrutura ‘engessada’ da academia, não consigo sair do quadrado e colocar tudo aquilo que senti durante o trabalho da Feira do Livro.

O encanto da praça sendo montada como palco do espetáculo em meio às sombras dos jacarandás floridos, alguns livreiros arrumavam suas barracas para receber o público na maior festa do Livro à céu aberto: Feira do Livro de Porto Alegre.

De 31 de outubro à 15 de novembro foi realizada a 55ª edição da Feira do Livro na capital do Rio GRande do Sul…

Poderia ser algo assim…

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Como surge um problema de pesquisa?

03/10/2009

Janela do Quarto 2

Tá aí. Eu achava que já tinha. Mas já tinha o que?

Aprendi por aqui uma coisa interessante que citei anteriormente. Deixar o problema emergir em contato com o campo. Na pesquisa ‘engajada’ funcionaria assim. Não é o pesquisador que diz que ele existe. Para isso, fora o contato do campo, a gente precisa ter leitura. Por mais que pareça contraditório e difícil de entender como essas coisas acontecem ao mesmo tempo assim, tudo sempre na mesma hora de uma vez, acontecendo meio sem perceber ..a gente vai, e vai, e pensa, e faz, lê, escreve …ufa e: Pronto! Como diriam os gaúchos: Bah!

Estou deparada com dois problemas atuais: um tema específico para meu projeto de dissertação e um para a disciplina seminário de pesquisa. Como o quesito urgência nos obriga trabalhar em cima daquilo que é sempre para ontem, meu interesse está em no segundo. Então vamos lá trocar algumas idéias para pensar junto com o blog e escrever alguma coisa interessante sobre.

O projeto de pesquisa tem por objeto, até então, a feira do livro de Porto Alegre. Não sei se vocês sabem mas é uma das mais tradicionais do país. Acontece a 54 anos. Este ano terá a 55ª edição.  Em todos esses anos a feira sofreu modificações, mas sempre manteve o mesmo lugar (logicamente foi ampliada) mas continua acontecendo na praça da alfândega no centro da cidade. No longo de sua história ganhou toldos (solução para a chuva de outubro), ganhou outras atividades e sofreu modificações de horários. Mas no geral é um evento super tradicional aqui do Sul. Mas até aí o que poderíamos ver como objeto de estudo? A organização em si é feita pela Câmara Rio-Grandense do Livro que me parece uma organização bem estruturada e sem grandes questões para ser estudada. Associados e participando da feira, existem por volta de 160 barraquinhas que se dividem em livreiros, associados, apoiadores, creditistas e editores. Mas daí também nada de novo. Então da onde saí um problema? De acordo com a orientação dada ao grupo até então o problema está não está no passado da feira, nem em seu presente, mas sim no futuro. Tanto da feira quanto do livro.

Do objeto, o livro, é muito mais óbvio montar uma discussão. Eu mesmo me pergunto até quando minha relação com o livro vai ser amigável. Acho que nos últimos anos mesmo isso mudou bastante. Antes de ter PC ou laptop adorava estar em bibliotecas, para mim, era um ato de descoberta. Não gosto das livrarias. Não gosto do tratamento especial que  se dá aos livros. No sentido da disposição deles na prateleira e nos mostruários. As bibliotecas tem um lógica que não determina que o Paulo Coelho deve estar disposto numa mesinha enquanto o escritor da esquina fica lá no cantinho largado. Bom, mas a relação estabelecida assim, mais democraticamente, a escolha do leitor, é uma coisa que não acontece com a maioria das pessoas. Mesmo comigo, só depois que comecei a freqüentar a biblioteca da UNICAP na adolescência no tempo de antes do vestibular é que soube quantos livros poderiam existir no mundo.

Meu pai sempre gostou e nos estimulou a ler, meus avôs também. Ainda sim, não éramos uma família que tínhamos muitos livros em casa, infelizmente. Mas tínhamos muitas National Geographic, Náutica, Revista Saúde e a assinatura da veja. Ao ir para casa de minhas tias nas férias, lia as historinhas infantis do chapeuzinho vermelho, branca de neve, 3 porquinhos, livro do “fantasia” da Disney e esse era meu contato com livros. Queria tê-los. Hoje posso dizer que tenho até um acervo interessante. Mas a maioria das obras que possuo, baixei na internet. Esse seria um problema interessante de ser estudado: a mudança da relação com o livro por parte do leitor diante das ferramentas digitais. No entanto, a área de estudo são as organizações e tudo que as envolve. Sim, é bastante coisa, mas eu não vejo como o livro pode entrar aí.

A professora pediu então que enfocássemos na questão da relação da cidade com a feira, como já havia salientado anteriormente. Daí para mim ficou um tanto difícil entender melhor isso. Cidade-feira. Eu não sou dessa cidade. Nunca fui a uma feira do livro. Mas nas pesquisas e conversas que tivemos (eu e o grupo) acabamos tentando buscar alguma coisa que clareasse nosso entendimento sobre. Encontrei um blog de um mestrando de Arquitetura da UFRJ que está estudando eventos nos espaços urbanos. Achei bem legal. Estou tentando até então dialogar um pouco com as coisas abordadas por ele.

tema que escolhi para desenvolver no meu projeto de dissertação são os espaços públicos da cidade onde ocorrem os eventos de entretenimento de cunho cultural/artístico e a relação que estabelecem com a cidade como local de encontros culturais.Janela do quarto 1

Pimba! Mas preciso pensar melhor sobre isso. Sobre como posso dialogar com a idéia e trazer para a Disciplina de Seminário de Pesquisa em Organizações essa discussão.

Tentando responder a pergunta do post. O problema surge da relação do pesquisador, seja com o campo, seja com o referencial teórico. A proposta da disciplina era que a pergunta surgisse no campo, dessa maneira, estaria mais de acordo com paradigmas não positivistas. No entanto, os prazos fazem a gente, muitas vezes, colocar os pés pelas mãos.

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Pensando sobre o futuro..

09/09/2009

Cursei este último semestre a disciplina de ‘Gestão SocioAmbiental’ lá em Pernambuco. Dizíamos (alunos) que as aulas e leituras nos deixavam com peso na consciência durante toda a semana, os nossos encontros eram todas as segundas à tarde. Além da preocupação mais comum sobre a questão da destinação do lixo, reciclagem, economia de bens não renováveis, poluição atmosférica, produção limpa, pensavámos em novas profissões que surgirão e novas formas de consumo de produtos. Logicamente criticávamos visão reducionista de autores como Foladori e Hart. Mas particularmente um pensamento me acompanha desde lá e tem me acompanhado quando passo horas na frente do computador: a relação com os livros vai mudar por conta da preocupação ambiental?

Em um mundo cada vez mais necessitado de compotamentos socialmente e ambientalmente responsáveis, a edição de livros ou de material impresso tem mexido com a consciencia daqueles que ‘consomem’ esses produtos. Lendo sobre a Feira do Livro aqui de Porto Alegre (da qual falei anteriormente) vi um tópico em um blog noticiando o lançamento de uma editora que publica obras exclusivamente virtuais. Não conhecia a editora, mas sou usuária assídua do Domínio Público, easyshare, etc. Tenho salvo nos meus back-ups, por volta de 200 publicações. E até acho interessate ler no pc. Fico orgulhosa de mim em não contribuir para derrubada de árvores (ainda que saiba que é inocência minha pensar assim).  Depois do advento do pdf X change View a vida têm ficado mais dinâmica e colorida.

Mas aí sinto, sinceramente, que não vou deixar de comprá-los. Gosto de ler aqueles livros que já foram lidos por alguém, gosto de imaginar a história daquela obra.  Como em Fahrenheit 451 acredito que são pessoas que estão ali. As histórias têm vida.   Gosto também de pesquisar os preços do livro na internet, de visualizar parcialmente a obra (no goglee books), namorar um pouco antes de comprar, visitar o site das livrarias,  da estante virtual.

Acho que a minha geração ainda vai questionar essa relação. Talvez com o mesmo saudosismo que meus avôs falavam das trocas de cartas nós falaremos das leituras dos livros impressos no futuro… quando vamos ler em algo parecido com uma folha de papel onde será projetada a imagem das páginas dos livros…sem cheiro e sem o apego que temos com os nossos examplares de hoje.

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Saudades, solidão e Considerações sobre o fazer pesquisa

26/08/2009

Vista da Borges de Medeiros no viaduto da r. Duque de Caxias Sim, é verdade que andei ausente. De fato, não senti reclamação daqueles que me lêem porque acredito que estiveram tão ocupados quanto eu. (meio prepotente meu comentário…montei esse blog tem tão pouco tempo e já acho que tenho seguidores…).

Enfim, muitas coisas aconteceram…na verdade não muitas, mas a principal delas é que encontrei um caminho para encontrar um ap <easyquarto>. Estou tentando achar alguém que queira dividir o espaço comigo. Estou sentindo na pele o que o pessoal de João Pessoa encontrou no início do semestre lá em Recife. Alta especulação imobiliária, falta de noção para procurar melhores lugares, desconhecimento quase completo sobre a dinâmica da cidade. Coisas que não são exclusivas daqueles que vêm para Porto Alegre ou para Recife. Coisas de quem vai morar um tempo num lugar desconhecido. Mas acho que depois de ficar por aqui 11 dias. Já estou me acostumando mais com a geografia da cidade, as variações de temperatura (de 9º a 26º), o sotaque gaúcho e os horários diferentes do nascer e do pôr do Sol (7h e 18h).

Mas ao que interessa realmente ando com a pulga atrás da orelha. As leituras sobre pesquisa qualitativa. Algumas idéias estão abaixo. Resolvi reproduzir o mini enasio entregue como primeira atividade para ver se rola um debate das idéias por aqui.

P.S. Amanhã tem Mészaros na Reitoria da UFRGS. Prometo que conto como foi. <http://boitempoeditorial.wordpress.com/ii-seminario-margem-esquerda-istvan-meszaros-e-os-desafios-do-tempo-historico/>

 

Como mudar práticas quando se está imerso em um mundo de condicionamentos? Como tornar a consciência base para a práxis? Como se relacionar com o mundo construindo conhecimento que possa transformar realidades e permitir maior autonomia dos indivíduos? Como representar a realidade através de teorias e possibilitar reflexões sobre a prática? Essas questões presentes na mente de pesquisadores que acompanham as discussões sobre a o fazer pesquisa parecem longe de serem respondidas.

A atividade de pesquisa teve por foco mais questões metodológicas e teóricas em detrimento das infinitas estratégias dos agentes sociais em sua conduta comum de existência. As discussões sobre o melhor método ou paradigma de algumas áreas como as ciências sociais, por exemplo, ilustram bem essas idéias. As ferramentas de validação, como surveys, triangulação de dados, a estatística, em diversos estudos da área, por vezes, não permitiram maior entendimento da realidade social. Os condicionamentos trazidos por modismos teóricos ou correntes hegemônicas dificultaram e dificultam um viés mais crítico ou mais aprofundado dos paradigmas de pesquisa. Não que esteja aqui ‘levantando a bandeira’ de abordagens mais construtivistas com esta argumentação, nem mesmo, renegando o uso dessas ferramentas de estudo para auxilio nos estudos. Afinal, podemos construir trabalhos de acordo com o paradigma positivista, estando coerentes com a relação estabelecida no estudo pelo pesquisador e seu objeto. Mas, tratando de levantar idéias sobre o uso diversificado dessas ferramentas e abordagens.

Como exemplo de condicionamento, apresento a própria disposição institucional dos programas de Pós Graduação do Brasil, em que são formados os pesquisadores do país, primeiro há o cumprimento de créditos, elaboração de projeto para posteriormente a ‘ida’ a campo, retrata este condicionamento e nos faz assumirmos posturas que não estão de acordo com os valores do pesquisador ou a orientação da pesquisa.

Além das técnicas e dos procedimentos metodológicos, existe um debate que possibilita construções teóricas, além das clássicas discussões sobre o uso das ferramentas. Um debate que possibilita enxergarmos os valores que determinam as bases ontológicas, metodológicas e epistemológicas do paradigma que se tem a intenção de buscar como lente para observação. Debate trazido por Lincon e Guba (2005), que não aponta respostas, mas novos caminhos a serem traçados.

Outro estudioso dessas discussões, Pierre Bourdieu afirma que é preciso ir além do uso de técnicas para não se fixar nas regras do campo científico distante do real, do prático – e assim, construir e compreender o produto resultante da atividade de pesquisa. Ou seja, tomar consciência de como construímos a nossa própria realidade e como nos relacionamos com aquilo que está a nossa volta. Assim, uma saída aos condicionamentos seria a manutenção crítica sobre a nossa atuação como pesquisadores.

Por atuação, entendo que seja a ação do pesquisador tanto na divulgação dos resultados do estudo, na observação ou na própria intervenção proposta na pesquisa. A construção da pesquisa considerando além das suas partes, além do pensamento sistêmico, para que a partir daquela reflexão possam ser fornecidos elementos para sua própria explicação. Pensar a pesquisa além de suas partes, considerá-la nas suas relações. Fazer opção por uma determinada linha ou paradigma, adentrando na pesquisa de acordo com o sentido dado pela problemática.

Dessa maneira, a possibilidade de realizar trabalhos que permitam maior validade e novas maneiras de enxergar a realidade social mais adequadas ao nível de complexidade exigido. Não atentar para essas questões e ignorar a ação política de uma pesquisa ou de seus dados seria esvaziar o sentido. A explicação assim é uma instrumentalização de uma “leitura compreensiva, capaz de reproduzir a postura da qual o texto é produto” (BOURDIEU, 2001, p.712).

Portanto, não se trata de debater se a forma quantitativa de pesquisa permite melhor veracidade nos fatos que a pesquisa qualitativa. Trata-se de enxergarmos além das estruturas, percebendo os diversos elementos que constituem a realidade.

GUBA, Egon. G.; LINCOLN, Yvonna S. Paradigmatic controversies, contradictions, and emerging confluences. In: DENZIN, Norman K.; LINCOLN, Yvonna S.  (Eds.) The Sage Handbook of Qualitative Research: Third Edition.  London: Sage, 2005. p.191-215

BOURDIEU, Pierre.  A miséria do mundo.  Petrópolis : Ed. Vozes, 2001.  Compreender (p.693-713)

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Pós Passeio – 1ª caminhada pelo Centro Histórico

19/08/2009

Um dos pontos Visitados: o castelinhoO passeio foi bem diferente. Os organizadores não esperavam tanta gente. Foi interessante ver os Porto Alegrenses se encantando com a revitalização das fachadas de prédios antigos e descobrindo coisas da sua cidade. Acho que isso foi o que mais me imressionou. Afinal, cresci vendo prédios e monumentos serem recuperados pelo IPHAN, tanto em Recife quanto em Olinda.

 

 

 

Eu no espelho da casa da prisioneira

Das coisas mais curiosas que ouvi durante a caminhada foi a história do açougueiro da rua do arvoredo. Uma coisa meio “Sweeney Todd”, sendo que o tal do açogueiro tinha uma mulher belíssima que atraia forasteiros recém chegados na cidade para sua casa, onde seu marido aguardava para transformar o visitante em carne para seu açougue. Me lembrei que meu pai me contava uma historinha da um vulto de uma mulher que rondava as imediações do cemitério dos ingleses em Santo Amaro (Recife) agarrando homens que passavam por ali.

Lembrei de MariPor fim, tirei essa fotinho porque adorei a escadaria, acho que é da Rua João Manuel. Lembrei de Mari sua saga socialmente correta de tratar bem os bichinhos.

Tiveram mais fotos…mas meu celular não tem tantos megapixels e nem flash para dar maior qualidade nas imagens… :(

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Passeio tipo “trilhas do Recife”, mas em PoAl

19/08/2009

Li hoje no jornal sobre um passeio aqui no centro de PoAl que lembra o projeto ‘trilhas do Recife’. Vou aproveitar uma noite de turista para conhecer um pouco mais do lugar. Se der para tirar fotinhos do cel, posto mais tarde.

mais informações: <http://www.defender.org.br/porto-alegre-capital-estreia-trajeto-turistico-noturno/>

Associações e instituições culturais na área central se uniram para a 1ª Caminhada Noturna pelo Centro Histórico. O passeio celebra o Dia Internacional da Fotografia e o Dia do Patrimônio Histórico. Por isso, os participantes são convidados a levar máquina fotográfica. O objetivo é despertar os porto-alegrenses e turistas para os atrativos históricos e arquitetônicos.

O projeto deverá ocorrer toda terceira quarta-feira do mês, contemplando roteiros diferenciados, guiados por representantes das instituições parceiras, sendo uma delas convidada a abrir suas portas. Hoje, será o Centro Cultural Solar do Instituto de Arquitetos do Brasil, na Riachuelo. Às 18h30min, o roteiro começa no Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano, na Rua Riachuelo, 1.257.

Depois, os caminhantes passam por Praça da Matriz, Catedral Metropolitana, escadaria da Rua João Manoel, Fernando Machado e Castelinho do Alto da Bronze. Como é à noite, todos são convidados a levar uma lanterna. A caminhada deve durar cerca de uma hora e 30 minutos.

Serviço
1ª Caminhada Noturna pelo Centro Histórico de Porto Alegre
- Quando: Hoje
- Local de Saída: Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (Rua Riachuelo, 1.257)
- Horário: 18h30
- Atividade gratuita e aberta aos interessados em participar

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Passeio no parque

19/08/2009

Banda de uma homem sóNo parque Farroupilha, já pertinho do ‘Point’ do domingo: A redenção. A grama é praticamente a praia daqui. Além de figuras como o carinha aí do lado, a gente se depara com palhaços, artesãos, atores…muito legal o lugar.

Chimarrão para todo lado e cachorros quase no mesmo número de pessoas.

Pretendo voltar mais vezes se o Sol me acompanhar.

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